E quando a vida te atopela...

chega o momento de olhar para si

Onde existe amor...

existe união

A arte de fazer uma criança feliz

com a atitude de entender e ouvir

Uma boa escolha...

começa com uma mente sã

A dor do Amor que parte...

restando o amor

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Traumas de infancia


Entendendo o trauma do Pacman


Elaborando os traumas de infancia


Término de sessão

Uma charge bem humorada representando o término de uma sessão terapêutica. Normalmente a sessão tem horários bem delimitados de duração.

Telefones


Como é o tratamento com crianças?

A seguir você encontrará algumas respostas aos questionamentos mais comuns sobre o processo terapêutico, explicado de forma clara, sucinta e simples para o grande público
Este espaço não se propõe a servir de referência bibliográfica por seu conteúdo reducionista.
Ao final de cada resposta, você encontrará links de acesso úteis a quem desejar informações mais detalhadas.

Perguntas frequentes
Como é o tratamento com crianças?



Inicialmente é realizada uma entrevista preliminar com a família ou com pessoas que o psicólogo entenda que sejam mais adequadas, a fim de traçar a história desta criança e compreender seus sintomas. Finalizado o processo, inicia-se o tratamento, que consiste em sessões de Ludoterapia de aproximadamente 50 minutos, somente com a criança. Quando necessário é solicitada a presença da família. 

 A ludoterapia é uma forma de psicoterapia adaptada para o tratamento infantil, onde mediante brincadeiras, a  criança projeta seu "eu" interior com maior facilidade, possibilitando a compreensão dos seus conflitos e dificuldades e ajudando-a a encontrar soluções integradoras para esse sofrimento. Através do lúdico, o psicólogo  interpreta essas projeções e compreende o mundo interno da criança. A brincadeira é o instrumento facilitador desse processo, a medida que  quanto menor a criança, mais difícil é para ela verbalizar adequadamente seus conflitos.  
No decorrer do processo, o psicólogo realiza pequenos encontros com os familiares para fornecer feedback, alinhar o tratamento ou prover orientações.

Qual a função da terapia?

A seguir você encontrará algumas respostas aos questionamentos mais comuns sobre o processo terapêutico, explicado de forma clara, sucinta e simples para o grande público
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Ao final de cada resposta, você encontrará links de acesso úteis a quem desejar informações mais detalhadas.

Perguntas frequentes
Qual a função da terapia?

A terapia é um processo de intervenção psicológica que utiliza técnicas especializadas de apoio, escuta e reformulação com o objetivo de oferecer ajuda especializada e contínua a pessoas que vivem algum tipo de problemática. Permitem que a pessoa desenvolva um olhar diferenciado para suas atitudes e conseqüentemente uma mudança de status em sua forma de conduzir as diversas situações de sua vida. Uma pessoa com mais consciência de seus comportamentos e de si torna-se um sujeito mais fortalecido e capaz de atingir seus objetivos de vida.
A rigor, tem a função de encontrar agentes causadores de um determinado problema buscando sua solução. 

 Para maiores informações:

Em que situações devo recorrer a um psicólogo?

A seguir você encontrará algumas respostas aos questionamentos mais comuns sobre o processo terapêutico, explicado de forma clara, sucinta e simples para o grande público.
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Perguntas frequentes
Em que situações devo recorrer a um psicólogo?



Se você chegou até aqui é porque está em busca de uma solução para algum problema, seja seu ou de uma pessoa próxima a você, no entanto, um aspecto em comum conjuga essa decisão: o sofrimento. Quando ele surge achamos que podemos lidar sozinhos com ele, mas com o passar do tempo, ele acaba aumentando e prejudicando nossa vida, social, laboral e pessoal. Normalmente a pessoa só procura o psicólogo quando o grau de sofrimento chega a um nível elevado, ou seja, quando ela se dá conta de que sozinha não conseguirá resolve-lo.  
Ainda percebem o Psicólogo como um artigo de luxo e custoso. Atualmente vivemos na era do uso desenfreado de psicofármacos.  Lexotan e Frontal encabeçam as listas dos 5 mais vendidos.  O mundo está propício ao adoecimento, em função da excessiva exigência que somos acometidos, desencadeando uma legião de adeptos a medicina ortodoxa do uso exclusivo de medicamentos como a solução para os problemas psicológicos.
A medicação em alguns casos é sim necessária e fundamental, mas somente em alguns casos. Sozinha ela não cura e sim ameniza os sintomas, como o sofrimento por exemplo.  A causa do sofrimento continuará ali, porque de fato, ele não foi tratado e sim amortizado para que a pessoa possa seguir em frente, mas não é uma porção mágica que faz com que o sofrimento suma. Por isso quando alguns interrompem o tratamento, as sensações desagradáveis retornam. A terapia irá tratar a causa do problema; A medicação irá tratar somente dos sintomas.

Para maiores informações:


O que o psicólogo faz?

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Perguntas frequentes
O que o psicólogo faz?


Estudam, pesquisam e avaliam o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação; diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura; investigam os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de área e afins.




Para maiores informações:


Quais são as técnicas alternativas permitidas para o trabalho do psicólogo?

A seguir você encontrará algumas respostas aos questionamentos mais comuns sobre o processo terapêutico, explicado de forma clara, sucinta e simples para o grande público

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Perguntas frequentes
Quais são as técnicas alternativas permitidas para o trabalho do psicólogo?





O Conselho federal de Psicologia (CFP) não possui uma lista com ditas técnicas alternativas. Além disso, desde a Resolução CFP nº 10/97, chamamos essas técnicas alternativas de práticas que não estejam de acordo com os critérios científicos estabelecidos no campo da Psicologia. Nesta Resolução, encontra-se que é permitido ao Psicólogo vincular, mediante publicidade, somente práticas já reconhecidas como próprias do profissional Psicólogo e que estejam de acordo com os critérios científicos.
Essas “técnicas” ou práticas não reconhecidas, por não terem comprovação científica também não possuem legislação. O CFP emite Resoluções na medida em que são reconhecidas práticas que estejam de acordo com os critérios científicos. Nesse sentido, temos a Resolução CFP 005/2002 que dispõe sobre a prática da Acupuntura pelo psicólogo e a Resolução CFP 13/2000 que dispõe sobre o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo. Ou seja, essas práticas não são o “carro chefe” do trabalho, mas se apresentam como auxílio no trabalho.
Assim, de acordo com o Código de ética, o Psicólogo não pode vincular o título de psicólogo a serviços de atendimento psicológico cujos procedimentos, técnicas e meios que não estejam regulamentados e reconhecidos pela profissão, neste caso, havendo denúncia, o psicólogo poderá sofrer processo ético.



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Devo procurar um psicólogo ou um psiquiatra?

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Perguntas frequentes
Devo procurar um psicólogo ou um psiquiatra?




Sendo um ou outro este profissional, se necessário, fará o encaminhamento mais adequado ao seu caso. O importante a ressaltar é que cada caso é um caso em particular. Não é porque um conhecido que aparentemente tem os mesmos sintomas foi a um dado profissional que o seu caso terá o mesmo encaminhamento.

De uma forma geral, o psiquiatra o ajudará com o recurso da medicação. Ela será um instrumento terapêutico auxiliar e não o único recurso. Na maioria dos casos, o paciente acompanhado por um psiquiatra, também tem o acompanhamento de um psicólogo, mas nem sempre um paciente acompanhado por um Psicólogo precisa de um acompanhamento psiquiátrico.

Vale ressaltar que estamos mencionando o tratamento psiquiátrico padrão, ou seja, uma consulta médica, onde o paciente relata o seu problema e o médico receita a medicação adequada. No entanto, como já relatamos, existem os psiquiatras que também se utilizam da psicanálise. Desta forma, o tratamento deixa de ser uma consulta médica e passa ao status de tratamento psicoterápico.


Para maiores informações: 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

História do bairro da Tijuca




Na época do descobrimento do Brasil, os primeiros exploradores que chegaram nesta região ouviram dos índios a expressão "Tijuca", que na língua tupi quer dizer charco, pântano, alagadiço. De fato toda área ao pé no maciço da Tijuca e da serra do Andaraí era um grande pântano, que até o governo do marquês de Pombal, administrador da colônia no reinado de dom José I, pertencia aos jesuítas.

O terreno entre o Rio Comprido e Inhaúma foi dado à Sociedade de Jesus graças a uma interferência de Mem de Sá, que esperava que os padres pudessem tirar sustento dessas terras para assim levar adiante os trabalhos da igreja. Os jesuítas montaram então, por volta de 1583, três engenhos de açúcar na região: o primeiro passou a se chamar Engenho Velho; o segundo, Engenho Novo, foi construído um pouco mais ao norte, e o terceiro foi chamado de São Cristóvão. Ao lado do Engenho Velho os padres fundaram na mesma época a igreja de São Francisco Xavier, que está no mesmo local até hoje. Em 1759, os jesuítas foram expulsos do país, e a grande sesmaria, batizada de Iguaçu, foi vendida pelo governo a centenas de novos sitiantes.

Para se ter uma idéia de vastidão dessas terras basta dizer que hoje estão nelas os bairros do Rio Comprido, Estácio, São Cristóvão, maracanã, Tijuca, Vila Isabel, Grajaú, Andaraí, Engenho Novo, Méier e Benfica. Mais precisamente no Engenho Velho, passou a florescer então um bairro de chácaras, palacetes e vivendas, que pertenciam a nobres e estrangeiros abastados. Muitos desses nobres se estabeleceram e aumentaram suas fortunas com base na exploração da área.

Cafezais foram plantados ao extremo, chegando ao ponto de se devastar a Mata Atlântica, assustando o Imperador dom Pedro II, que no dia 11 de dezembro de 1861 determinou o replantio total da floresta, ato que desaguou na criação da maior floresta urbana do mundo. A própria Imperatriz Leopoldina, dada a estudos de botânica, passou a subir pelo antigo caminho da fazenda, depois chamado de Estrada Velha, Estrada Nova, e hoje, avenida Edson Passos, para aproveitar a beleza e a tranqüilidade da floresta.

Neste paraíso dentro da cidade, foi criado o Parque Nacional da Tijuca. Mas enquanto a história se desenrolava no alto dos seus morros, a Tijuca crescia e virava um bairro tradicional. Em 1859, os primeiros bondes da América do Sul trafegaram de forma experimental no bairro. Eram carros de tração animal da Companhia de Carris de Ferro da Cidade à Boa Vista, chamados de "carros da Tijuca" ou "maxabombas". Dez anos depois, começaram na cidade os serviços regulares de bondes puxados por burros, com a linha inicial indo do Centro ao Largo do Machado. A implantação dos bondes de tração animal popularizou os passeios à Tijuca.

A chegada do bonde elétrico foi em 1892, numa linha que pertencia à Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico, e levava os passageiros do largo da Carioca até a rua Dois de Dezembro. A população se assustou com a inovação. E uma inscrição teve que ser colocada nos espaldares dos bancos: "a corrente elétrica nenhum perigo oferece aos senhores passageiros".

Vários pontos da Tijuca ganharam seus nomes graças ao bonde. A Muda se chama assim por causa da parada que se fazia ali para que os animais cansados fossem trocados por outros, e se pudesse seguir caminho para o Alto da Boa Vista. A Usina, outro loca famoso, tem este nome porque naquele trecho se situava uma usina termoelétrica. Era lá onde os bondes davam a volta para percorrer de novo o bairro.




A Tijuca também fez histórias com os seus cinemas. Em 26 de outubro de 1907, era 

inaugurado na rua Haddock Lobo, número 27, o primeiro cinema da região, o Pathé Cinematográfico. Até o final daquela década, mais nove cinemas foram abertos na Tijuca. Se confirmava a fama do bairro de Broadway tupiniquim. Até mesmo o velho e feio largo da Fábrica Chitas , que passou a se chamar praça Saens Peña em 1911, em homenagem ao presidente argentino, ficou mais bonito com a proliferação dos cinemas. O auge aconteceu na década de 1940, quando foi inaugurado nesta mesma praça o cinema Olinda, o maior do Brasil, com 3.500 lugares.

Na década seguinte a Tijuca veria a decadência dos cinemas e o apogeu do futebol. Em 1950 era aberto às margens do rio Maracanã, o estádio Mário Filho, o maior do mundo. O futebol já recebia grandes clássicos no estádio do América Futebol Clube, na rua Campos Sales, mas com a construção do gigantesco complexo esportivo, o bairro jamais seria o mesmo. Os domingos ficaram mais alegres e festivos. Com o regime militar, a Tijuca, que sempre teve nos seus moradores representantes do conservadorismo, talvez por causa da estreita relação com a nobreza imperial no século XIX, abrigou alguns capítulos negros da história do Brasil. Era lá, no 1º Batalhão da Polícia do Exército, que soldados eram treinados para a repressão. Mas a fase negra do bairro passou. E hoje, em meio ao caótico murmurinho de suas ruas centrais e a tranqüilidade inabalável de suas florestas, passeiam os moradores sempre prontos a dar informações, contar casos, e fazer, dia-a-dia, a história da Tijuca.

Fonte: Este texto é parte do guia Tijuca, pertencente à coleção Bairros do Rio, publicado pela Editora Fraiha [fraiha@dh.com.br]

História do bairro de Copacabana





Na península de Copacabana, ao Sul do lago Titicaca, entre os países do Peru e da Bolívia existe uma capela onde está uma imagem da Virgem Maria, supostamente milagrosa. Uma réplica dessa imagem foi mandada para o Rio de Janeiroque construíu uma capela, no local onde hoje é o Posto Seis, e foi dedicada a Nossa Senhora de Copacabana, surgindo o nome do bairro.
Há várias hipóteses sobre o significado do nome: uma diz que vem da língua quíchua, falada no Império Inca e significaria “lugar luminoso”, “praia azul” ou “mirante do azul”; já outra diz que vem da língua aimará falada na Bolívia significando “vista do lago” (kota kahuana).
 

Somente com a inauguração de um túnel no Morro de Vila Rica, o Túnel Velho, em 1892, é que Copacabana começou a se integrar com o resto da cidade. Com a ampliação das linhas de bonde, o bairro foi ganhando ruas e casas, e a Avenida Atlântica foi criada beirando a orla, em 1906. O Hotel Copacabana Palace, um dos símbolos do bairro e do país, foi inaugurado em 1923.


O Forte de Copacabana
A construção de uma fortificação começou quando a capital do país foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1763. Mas o forte só recebeu artilharia em 1823, na época da Guerra de Independência do Brasil, para defender a capital de um ataque da Armada Portuguesa. A fortificação definitiva só veio quando o Marechal Hermes da Fonseca se tornou Ministro da Guerra. Muito presente na história do país, o lugar foi palco do levante dos “Dezoito do Forte” em 1922. Em 1964, a guarnição do forte não aderiu ao movimento militar e teve de ser tomada por uma força de terra. Nos anos seguintes, durante o regime militar, serviu como presídio político. A partir de 1987, com a extinção das Baterias de Artilharia de Costa, as instalações do Forte viraram um Espaço Cultural


Fonte: bbrasil
Historia dos bairros